Is it too much?
Is it?
I-S I-T?
Do I fucking ask too much from other people?
DO I?
Is it too much?
Is it?
I-S I-T?
Do I fucking ask too much from other people?
DO I?
Na verdade, foi um pote. De vidro. E espatifou-se. Aí minha mãe olha e diz “ainda bem que custou só quatro reais”. Oi? E eu esperando um: “Está tudo bem? Você se machucou?”. É foda… merecia um post no vidademerda…
Yesterday I questioned myself – and a friend – how was it possible to feel lonely during carnival. I mean, my family is all around, I have my… uh… affairs… But today I feel a lot like a song from Cazuza. So I’ll share the stanzas I identifyed the most with.
°°
O teu amor é uma mentira
Que a minha vaidade quer
E o meu, poesia de cego
Você não pode ver
[...]
Te ver não é mais tão bacana
Quanto a semana passada
Você nem arrumou a cama
Parece que fugiu de casa
Mas ficou tudo fora de lugar
Café sem açúcar, dança sem par
Você podia ao menos me contar
Uma história romântica
°°
Don’t we do it all the time? I mean, isn’t it cool to fake romances? I’m feeling out of place, out of time.
…é porque você quer saber. Bom, pelo menos é o que eu acho. Porque, convenhamos, perguntar a opinião de alguém sem querer saber de fato a opinião dessa pessoa, é tão estúpido quanto dar opinião sem que esta seja pedida. E digo mais, se eu não te perguntei, é porque a sua opinião não me interessa.
Em suma, pensa bem antes de perguntar e mais ainda antes de falar o que não te é perguntado. Fui clara? Beijos
… é algo que falta – e muito – nos seres humanos. Principalmente em mim. Afinal, o que explicaria, que não a falta de esperteza, o fato de todo semestre eu esquecer de comprar caderno? A história se repete desde os primórdios – quando ainda estudava na Ufes – e acabo tendo que passar a limpo toda a matéria das primeiras semanas. Trabalho em dobro. Só me serve para gastar mais papel e grafite.
Se bem que, analisando bem, eu não tinha o hábito de anotar matéria quando estudava Letras. Normalmente, eu fazia anotações nas infinitas xerox que usávamos como material didático. Usava um caderno por ano – e olhe lá.
Aliás, que saudade da época em que bastava ir à aula e anotar algumas poucas coisas para passar em todas as matérias. Sim, sim, é verdade que virei algumas noites escrevendo trabalhos. Mas foi por pura preguiça de não fazer no tempo certo. Agora na engenharia é que, finalmente, estou aprendendo a estudar. Antes tarde do que nunca, babe.
O ano letivo começou. Sou só eu que morro de saudades da época em que as aulas começavam em março? A boa notícia é: este período está repleto de matérias específicas de engenharia. A má notícia é: este período está repleto de disciplinas específicas do curso de engenharia. Oi? Sim, notícia boa e ruim ao mesmo tempo.
Adoro saber que não precisarei acordar e ouvir um blablablá de sociologia. No entanto, tenho medinho de não dar conta de estudar tudo. Principalmente porque ando preparando aulas cautelosamente – o que me toma bastante tempo. Afinal, “faça bem feito” é um bom lema a se seguir.
Quanto ao carnaval, é aquela coisa, né? Irmãos a caminho da minha amada cidade. Sobrinhas a bordo. E aquela expectativa por comidinhas gostosas da mamãe. Nunca fui muito de ir pra rua no carnaval mesmo, ficar em vitória com as minhas gatinhas vai me fazer bem.
E, ex-namorados, vamos brincar de nos identificar ao colocar recadinhos do amor no blog, ok?
Tudo aquilo que não ocorre da maneira que esperamos, nos magoa.
Na verdade, desta vez tudo aconteceu exatamente da forma que imaginei e para a qual eu havia me preparado.
Fato é que estou chateada mesmo assim.
Vou tomar aquele banho quente que sempre me é receitado.
Quem sabe, com a água que desce pelo ralo, não se vai junto a minha mágoa?
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