responsabilidade e confiança

Como eu disse, há alguns dias eu busquei meus novos filhotes: dois topolinos. São lindos – e tão diferentes! Um passa o dia a correr e o outro a comer. Genial, não?

No post anterior, eu comentei que, durante minha vida, eu nunca tive um bichinho de estimação. Minha mãe nem queria que eu, com essa idade toda, me tornasse responsável por dois roedores. Dizia que eu não seria capaz de limpar a casinha deles, alimentá-los, etc.

Um dos motivos de se presentear crianças com animais de estimação é, justamente, fazer com que elas desenvolvam algum tipo de responsabilidade: quem ama cuida. Bom, mas se eu sempre fui vetada de possuir qualquer animal desse tipo, como é que eu iria me tornar responsável por aquilo que cativo? Sim, citando O Pequeno Príncipe – que deveria ser leitura obrigatória para seres humanos.

É claro que é possível desenvolver esse tipo de cuidado de outras formas. Ou todos os seres humanos seriam totalmente retardados. Bem, alguns de fato são. Mas isso não tem relação nenhuma com o fato de terem possuído um bichinho de estimação ou não. E isso não tem nada a ver com o tema do post.

Então, vejam bem, minha querida e amada mãe, que nunca me confiou a vida de um roedor sequer, me confia responsabilidades muito mais reais: fazer compras de casa, pagar contas no banco, etc. É possível? Vai entender o que ela tentou me ensinar durante esses anos, né…?

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