Certo dia estava eu a conversar com um grande amigo e, outrora, amante, e chegamos a um ponto curioso da minha personalidade. Conversávamos sobre família, amigos, filhos, etc. E é um fato que não só eu, mas a maioria dos que me cercam, conseguem me ver adulta e madura, com um catarrento acoplado ao corpo, mas poucos são aqueles que conseguem me ver com um marido acoplado ao dedo.

E eu tenho mesmo vontade de ter um filho, acho. Daqui uns anos, porque agora meu foco está nos estudos e família vai ter que ficar mais para tarde. E esse meu amigo me disse que me vê mãe de filho de um amigo, um grande amigo. E a verdade é que teria, com prazer, filho de um dos meus mari…amigos.

A questão é que guardo tanto espaço para os meus amigos na minha vida e os amo tão intensamente… será que eu deixo espaço para um companheiro? Ou será o meu eterno companheiro aquele que, hoje, habita terras do outro lado do atlântico?

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