Mais uma reclamação sobre a MOTOROLA

No dia 17 de janeiro de 2013, eu procurei o PROCON estadual do Espírito Santo para notificar a MOTOROLA a respeito de um problema que tive com meu celular.

Este, parou de funcionar no dia 08 de dezembro de 2012, foi encaminhado para a assistência técnica e retornou, 30 dias depois, com três novos defeitos.

Entrei em contato, primeiramente, com a assistência técnica da MOTOROLA, a fim de que me fosse dada uma solução diferente da mais fácil: esperar mais 30 dias pelo novo conserto do meu aparelho. A MOTOROLA não me ofereceu qualquer outra solução, então procurei o PROCON.

Ao chegar ao PROCON, fui informada de que meu celular não deveria ter sido consertado, e sim trocado, pois o mesmo se encontrava na garantia. E então foi feita uma notificação às empresas TIM e MOTOROLA – meu celular havia sido comprado numa loja TIM. O prazo para resposta era de 15 dias – que aguardei pacientemente.

A TIM me contactou rapidamente e me ofereceu uma fatura gratuita e duas prestações do aparelho me foram isentadas. Achei uma boa medida, visto que o erro não havia partido dessa empresa, mas de outra.

A MOTOROLA entrou em contato comigo, mas não me ofereceu qualquer solução e, quando pedi um telefone para entrar em contato com eles de novo, me disseram que tornariam a entrar em contato comigo no mesmo dia – o que não ocorreu.

Ao fim dos 15 dias de prazo, eu tornei a procurar o PROCON, pois as empresas supracitadas poderiam ter enviado respostas diretamente ao PROCON, sem entrar em contato direto com o consumidor. Ainda não havia qualquer manifestação por parte da MOTOROLA. Foi então marcada uma audiência para o dia 01 de abril de 2013.

Sete dias úteis antes da audiência, a MOTOROLA ligou para a minha casa oferecendo um celular conhecido como ATRIX, que eu não aceitei. Me ofereceu, então, um celular conhecido como RAZR MAXX, que eu aceitei: melhor e mais moderno. Então, a MOTOROLA me informou que me daria a confirmação em sete dias úteis.

Confesso que, de imediato, não entendi o que estava acontecendo. Mas não faz o menor sentido a empresa me oferecer um aparelho sem a confirmação sobre o real recebimento do mesmo. Ora, se me ligou para me oferecer e eu aceitei, o aparelho deveria ter sido enviado por SEDEX no mesmo instante.

Eu não pude comparecer à audiência devido a problemas meteorológicos e falta de compromisso da empresa aérea, mas essa é outra questão. Como a nota fiscal está no nome da minha mãe, pedi que ela comparecesse à audiência no meu lugar. Na audiência, foi oferecido o RAZR MAXX, que foi, novamente, aceito. No entanto, a MOTOROLA se deu um prazo de 20 dias úteis para me entregar o aparelho.

Vamos fazer contas: meu celular foi comprado no dia 20 de janeiro de 2012; ele parou de funcionar no dia 08 de dezembro de 2012 e foi entregue à assistência técnica no dia 11 de dezembro de 2012 (três dias depois); no dia 16 de janeiro de 2013, ele foi devolvido à assistência técnica; no dia 17 de janeiro de 2013, eu dei entrada no processo via PROCON ES; minha audiência foi marcada para o dia 01 de abril de 2013, na qual a MOTOROLA me pediu 20 dias ÚTEIS para me entregar meu aparelho; ou seja, se somarão CINCO MESES SEM CELULAR.

Pergunto se isso é ou não absurdo. Eu paguei por um bem que não posso usufruir.

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