machado

Hoje é o 178º aniversário de Machado de Assis. Nunca consegui ler. Sempre achei chato. Acho que não é bem minha escola literária.

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não é pastel de belém

Como consta ali no cantinho, eu sou lusobrasileira, o que significa que sou meio portuguesa e meio brasileira. Nasci aqui no Brasil, mas minha mãe veio d’além mar. Não sei se algum dos leitores tem um ou ambos os pais estrangeiros, mas ter mãe portuguesa me trouxe alguns hábitos não brasileiros – acreditem, eu acho super estranho comer arroz e feijão todos os dias.

Bom, a pior parte de ter mãe não-brasileira para mim é morar no Espírito Santo e não comer Torta Capixaba na semana santa. Aquilo é uma delícia de deus. E tem que ser aquela com todos os mariscos nojentos. Esse lance de torta só com bacalhau e palmito não tá com nada.

Depois de alguns anos e algumas visitas a Portugal, além de todos os anos de criação, eu aprendi algumas coisas: come-se bacalhau em absolutamente qualquer situação festiva; vinho da madeira é aperitivo suficiente; as caravelas saíram do Rio Tejo; e os pasteis são de nata.

Mas, não, pera, eu sempre comi pastel de Belém. Então, vamos a uma pequena aula:

No século XIX, existiam as localidades Lisboa e Belém, que passaram a ser uma coisa só muito depois. E ali, em Belém, clérigos criaram uns pasteis de natas e os comercializavam como forma de subsistência. Como o Mosteiro dos Jerónimos ficava em Belém, os pasteis ficaram conhecidos como Pastéis de Belém.
Depois que o mosteiro fechou, o pasteleiro vendeu a receita dos pastéis a um empresário, que a patenteou e abriu a Fábrica de Pastéis de Belém – que fica em Belém -, na qual pode-se apreciar um apetitoso pastel com canela e açúcar, acompanhado de café.

Como a receita foi patenteada, todos os outros pastéis são meros pastéis de nata. Então, se você falar para um português que comeu pastéis de Belém sem nunca ter posto os pés em Portugal, ele vai te perguntar se alguém trouxe de lá.

força

Quando eu ainda era uma adolescente novinha e magrela, eu fui quase atleta de GRD. Durante as competições, no momento imediatamente antes ao que alguma colega ginasta iria começar sua série, gritávamos forçaaaaaaaA. E isso era a melhor coisa de se ouvir – era sinal de que suas colegas de equipe te apoiavam.

Semana passada, eu completei um ano de casa (yay!) e semana que vem eu terei meus primeiros dez dias de férias remuneradas da vida. Nunca tirei férias, sempre continuei lecionando e isso sempre foi muito cansativo.

Depois de um ano inteiro de faculdade e 20h de trabalho semanais, acho que o descanso é merecido. Me obriguei a viajar no período, pra garantir que sejam férias, e não apenas um monte de dia em que fiz nada e só derreti no calor infernal de Vitorinha.

O problema é que resolvi fazer uma tal prova para a qual eu deveria estudar muito e ainda nem comecei. E depois vou viajar dois fins de semana seguidos. E eu nem comecei, porque a faculdade me sugou tanto no ano passado, que eu decidi parar de estudar. Tenho certeza de que é isso que está me impedindo de começar a estudar para a tal prova.

Hoje, para minha alegria, eu me senti entediada e isso quase me fez levantar pra estudar, mas acho que o tédio não era tão grande assim. Vamos ver se isso melhora nos próximos dias.

Força.

rainy days

People often say that one sleeps more – or feels like it – in a rainy day because of its low temperatures. As I sat to study today and had to turn the lights on, however, I realised something else: it is not the low temperatures that make us sleepy, it’s the dim light. As the day goes by and the sky starts to darken, our brains start sending us a message saying that it is time to go to bed and sleep. During a rainy day the sky is kind of dark since dawn, so we have the belief it is still too early and we don’t need to wake up at all.

estudos

Acho que, levando-se em consideração que eu bebi ontem sem poder e passei o dia morrendo de dor de estômago, posso parar de estudar antes das onze e tentar uma boa noite de sono, né?

Afinal, melhor estudar amanhã descansada. Preciso manter o foco, mas de que adianta sem estar saudável?

né?

Dizem que brasileiro não desiste nunca. Alguém também reparou que o #vemprarua morreu em, aproximadamente, 2 meses? Aliás, quem não desiste nunca é aquela britânica que reprovou na prova de trânsito 110 vezes…

gente grande

Eu deveria ter passado a tarde inteira com os olhos grudados em normas ABNT a fim de aprendê-las para uma prova que farei na quinta-feira pela manhã, mas deu mofo no meu guarda-roupas e passei a tarde inteira por conta de limpá-lo, arrumá-lo e organizar as coisas. Depois de horas, meu quarto continua com cheiro de vinagre, eu continuo espirrando, não estudei praticamente nada e comecei a achar uma bosta essa tal de vida de gente grande.