brasil

Um conhecido postou um texto no Facebook sobre uma conversa que teve com uma estadunidense num voo Vitoria x São Paulo. Estava se sentindo mal devido a alguns questionamentos feitos por ela em relação a este país, no qual habito. Dizia ele que perguntas, como as que seguem, são de difícil resposta. Vou responder uma a uma de acordo com meu ponto de vista, porque acho que todas têm resposta simples.

Por que vocês deixam de trabalhar tantos dias (feriados, férias, enforcamentos) se o país não vai bem?
Primeiro, em nossa cultura, dias santos são dias de descanso. Nossa população é majoritariamente cristã – isso é um fato. Independentemente do Estado ser laico, essas datas são importantes para a maior parte da população. Além disso, nosso clima é tropical. As altas temperaturas tornam as condições de trabalho inviáveis para algumas profissões. Acho, inclusive, que os horários de trabalho de muitas delas deveriam ser revistos.

Por que tanta festa e alegria o tempo todo se têm tantos problemas?
Por que tanta tristeza o tempo todo já que temos tantos problemas? Os problemas já estão aí, ficar num canto choramingando não faz o problema ir embora. Quem trabalha feliz, trabalha melhor. As festas e a alegria definitivamente não são causadoras dos problemas que vivemos. Pelo contrário, são conforto e ajudam a seguir em frente.

Por que tantos crimes e pouca punição?
Porque vivemos num país corrupto. Não é privilégio brasileiro viver em país corrupto. São pessoas corruptas que criam leis e são corruptas as pessoas que julgam criminosos. É quase que óbvio que haverá pouca punição nesse contexto.

Por que tanta corrupção?
Não sei responder se somos corruptos, porque somos pobres; ou se somos pobres, porque somos corruptos. Não dá para argumentar se quem veio antes foi o ovo ou a galinha, mas sabemos que a galinha nasceu de um ovo e é ela quem põe outros por aí. A verdade é que existe mais corrupção em países pobres. O que não significa que não haja corrupção em países ricos. O poder faz coisas com as pessoas – e a corrupção também.

Por que carros tão caros?
Porque pagamos muitos impostos. Porque nossa moeda tem pouco valor no mercado externo. Porque vivemos num país corrupto. Porque é caro produzir um bem num país em que se paga muito imposto, assim como é caro vendê-lo nessas mesmas condições.

Por que impostos tão absurdamente altos?
Porque somos corruptos. Como há muito desvio de dinheiro, o povo paga caro. E pagamos caro com impostos altíssimos. Nada mais justo, não?

Por que políticos que ganham tão bem e que são tão corruptos?
Eu tenho certeza de que a resposta está na pergunta. Mas, simplificando, porque são os próprios políticos corruptos que votam o próprio salário.

Esse país de vocês é lindo e poderia se facilmente o primeiro em tudo no mundo. Por que não se revoltam?
Porque ainda temos fresco na nossa memória a reação da polícia na época da ditadura militar. Não só está fresco na memória da população civil, como está também na memória da polícia. E a polícia acaba por repetir ações agressivas, porque é assim que a polícia aprendeu a trazer ordem. Não nos revoltamos de maneira mais drástica, porque as pessoas que chamam o povo para a rua podem também ser corruptas. Não sabemos o que seguimos, não sabemos no que acreditar. Pior, temos grande parcela da população ainda analfabeta ou com pouco estudo – parcela essa que não sabe nem o que reivindicar. Aliás, nem a fração de população com estudo sabe o que fazer. Temos ideias absurdamente opostas em um nicho muito pequeno da sociedade brasileira. É mais comum nos revoltarmos uns contra os outros, porque não sabemos lidar com opiniões distintas. De qualquer forma, existem aquelas pessoas que acham que a vida é assim mesmo, porque é a que deus ofereceu…

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“mas você não é todo mundo”

Todo mundo tá falando desse tal movimento do dia 15/03, dizem que uma das reivindicações é o impeachment da Dilma. Bom, seria, no mínimo engraçado tirar essa mulher do governo 5 meses após a eleição, mas vamos conversar sobre a minha memória.

Eu me lembro perfeitamente do #vemprarua e da galera insistindo que os malditos R$0,20 de aumento das passagens de ônibus não eram os responsáveis pelo caos nas ruas do país. Afinal, estávamos na rua por muito mais que meros vinte centavos.

Estávamos na rua, porque não agüentamos mais corrupção, porque pagamos muitos impostos para ter saúde, educação, segurança e transporte públicos de qualidade e, ainda assim, pagamos plano de saúde, escola e/ou faculdade particular, temos carro – para chegarmos ao trabalho ou escola na hora certa – e somos assaltados, estuprados, mortos.

Eu sempre gosto de falar que corrupção existe no mundo inteiro. Todo mundo sofre com corrupção. E é verdade. E todo sistema de transporte público tem falhas e a maneira que ensinamos nossas crianças nas escolas, hoje, é retrógrada. A questão é: minha mãe sempre disse mas você não é todo mundo e eu não quero ser todo mundo!

Dizer que não há lugar perfeito não é argumento. Não existe desculpa para acreditar que as coisas simplesmente irão se consertar ao fim do curso dos tempos. A seca deixou de ser problema exclusivo do nordeste e veio bater à porta das lindas cidades grandes do sudeste. As coisas não consertar-se-ão sozinhas no fim dos tempos.

Eu deixei de me interessar por política ainda nos tempos do extinto CEFETES, atual IFES, quando minha mãe ainda insistia em dizer que eu não era todo mundo e quando os diretores do Grêmio Rui Barbosa insistiam em fazer manifestação contra a ALCA (aliás, isso chegou em algum lugar?).

O cenário político econômico do Brasil no momento é uma piada. Eu poderia juntar minhas malas e ir embora, mas, como eu mesma disse, todo mundo sofre com corrupção e eu não quero ser todo mundo. Eu, sinceramente, não sei o que fazer a respeito da atual conjuntura, mas acredito que ficar em casa escrevendo num blog sobre as minhas frustrações não seja solução.

Tenho perguntas, muitas perguntas. Você, que votou na Dilma, está satisfeito? E quem não votou foi capaz de prever este cenário? Como foi-se tanto às ruas em 2013 e a Dilma foi eleita? Quais as reais consequências de uma intervenção mais séria nesse contexto?

violência

Hoje, eu vi mais um post no Facebook de alguém reclamando de policiais municipais da cidade de Vitória presentes nos cruzamentos a fim de multar motoristas imprudentes. O argumento era de que esses mesmos policiais deveriam estar nas ruas nos defendendo da violência, mas estavam apenas fazendo rodar a indústria de multas.

Nesses momentos, eu me sinto tão frustrada com a sociedade que chega a ser difícil me explicar. Não se pode pensar que a violência se manifesta apenas na forma de roubos, furtos, estupros, assassinatos e afins. A violência está presente em diversos nichos: trânsito, casa, trabalho…

Se eu tenho um chefe que abusa do poder dele, eu tenho um chefe violento – mesmo que assédio sexual não esteja envolvido. Vou tentar ser mais clara: eu sou professora e, portanto, soberana em minha sala de aula. Eu estudo o material utilizado, preparo minhas aulas com base no material e nos meus conhecimentos obtidos durante a minha graduação, avalio os meus alunos e os julgo aptos – ou não – a prosseguir para o próximo nível de estudos. Se eu tenho um chefe que, mesmo sem conhecer meus alunos, sente-se no direito de questionar, baseado em absolutamente nada, as notas que dou aos meus alunos e, com isso, questiona o meu julgamento, ele é um chefe violento. Não por questionar meu julgamento, mas por exigir que eu deva avaliar meus alunos baseado no julgamento dele – que não conhece os meus alunos. Sim, isso é violência e ninguém vai me fazer mudar de ideia.

Voltando à questão inicial: a violência se manifesta no trânsito. Ora, vocês dirão, é óbvio! Quantos casos não escutamos de motoristas que chegam a apontar armas uns aos outros por conta de desavenças no trânsito?! Não é disso que eu estou falando! Isso se enquadra no padrão corrente de violência contra o ser humano – estou falando de movimento de carros nas ruas.

A população proprietária de veículos automotores entende que pedestre é uma praga, por exemplo, porque pedestre não atravessa a rua somente na faixa, porque pedestre nem sempre espera o sinal abrir para ele para poder atravessar, porque… Enfim, existem várias coisas. Então a polícia decide fazer plantão nos cruzamentos. Sabe aquele sinal que você avançou por nenhuma razão cabível? Então, você poderia ter atropelado um pedestre, tornando o trânsito violento. Ou você poderia ter batido num outro carro. Você acha ruim a polícia multar essas pessoas? E se a pessoa lesada pelo atropelamento – ou pela batida – fosse você? Você deixaria de processar o motorista imprudente?

Em algum momento neste mês ou no mês passado, eu li algo sobre a Teoria das Janelas Partidas, que descreve uma condição do comportamento humano. De forma breve: nós nos moldamos conforme convivemos com comportamentos padrão. De forma que, a partir do momento em que motoristas são multados frequentemente por avançar sinais vermelhos, esses mesmos motoristas – e mais alguns – passam a não avançar sinais. Depois de um tempo, avançar sinal torna-se algo intolerável naquela comunidade. Ah! Isso não funciona! Funciona sim! Querem um exemplo?

Bom, desde que nasci, eu moro na cidade de Vitória, capital do Espírito Santo – um estado que ninguém lembra que existe, exceto os mineiros que gostam de praia. Quando eu cursava a extinta oitava série, houve uma campanha, no bairro Jardim da Penha, numa parceria entre escolas privadas do bairro e polícia municipal (que, naquela época, era responsável apenas pelo trânsito), que consistia em levar alguns dos alunos para as ruas, acompanhados de um responsável da escola e de alguns policiais, com uma faixa em mãos com dizeres sobre respeitar a faixa de pedestre. Isso mudou a cultura desse bairro e das pessoas que o frequentam. É uma fala comum na minha cidade Em Jardim da Penha, todo mundo para para pedestre (aliás, quem tirou esse acento do pára?). E todos param mesmo – mas praticamente somente nesse bairro. Agora, imaginem se o trânsito não seria muito mais violento nesse bairro se ninguém parasse para os pedestres atravessarem? Principalmente num bairro em que a maioria da população ou é idosa ou é estudante universitário. Socorro, zilhões de atropelamentos.

Enfim, eu falei mais pra cima como me sinto frustrada com esses posts que vejo na internet. E fico mesmo. É muito frustrante, depois e anos de leitura e estudo (não sobre o tema violência no trânsito), perceber a falta de visão da população que me cerca. São pessoas que frequentaram a escola, são pessoas que fazem ou fizeram um curso superior, são pessoas estudadas… Essas são as mesmas pessoas que falam que a população iletrada desconhece e não compreende muita coisa, mas… não são essas pessoas tão sem visão quanto? E, pior, pessoas que têm acesso a informação e se recusam a buscá-la. É horrível.

Rock in Rio

De todas aquelas coisas da lista Preciso Fazer Antes de Morrer, a que eu tinha certeza que jamais faria era ir ao Rock in Rio. Felizmente, eu estava equivocada.

Antes de continuar nesse assunto, quero acrescentar que a minha motivação maior para ir ao evento foi o Metallica. Que fique claro que, embora tenha existido a oportunidade de ir a shows do Metallica antes, eu só pude ir mesmo a esse. Primeiro porque anteriormente eu não tive grana e segundo porque um dos shows coincidiu com o casamento da minha irmã.

Continuando…

Eu soube do evento através da mailing list do Metallica. Antes disso, não sabia que haveria um Rock in Rio 2011 – muito menos que a atração principal do dia 25/09 seria o Metallica. Isso posto, anotei na minha agenda a data do início da venda dos ingressos, pois já havia decidido que minha presença seria certeira.
Passados alguns meses, e com a confirmação de grande parte das atrações, decidi que seria uma boa ideia ir ao RIR também no dia 24/09, pois haveria shows de Snow Patrol e Red Hot Chili Peppers. No entanto, isso não foi possível.
Eu não sei exatamente o que acontece no Brasil – e nem se isso ocorre apenas aqui, mas ingressos para eventos desse porte tendem a esgotar-se numa velocidade absurda. Por motivos irrelevantes, eu não possuo cartão de crédito, por isso, precisei pedir que alguém comprasse o ingresso para mim. Como a minha mãe era contra a minha ida ao RIR, tive de pedir ao meu irmão que quebrasse o meu galho. Devido a esse atraso, os ingressos do dia 24/09 se esgotaram, então comprei apenas para o dia 25/09 – Dia do Metal.
Esse foi um fato, na verdade, estranho. Afinal, a única banda confirmada para a data que realmente me interessava era o Metallica (não, eu não ganho $ a cada vez que escrevo Metallica nesse post). Mas… como eu escrevi acima, eu precisava ir a um show deles. Comprei o ingresso meio que sem saber com quem iria. Não importava, na verdade. Decidi ir com o Vitor, que é amigo meu e namorado de uma grande amiga.

Ficou definido, então que iríamos para o Rio de Janeiro um dia antes, a fim de que pudéssemos, talvez, aproveitar um pouco da noite carioca. Chegamos ao Rio exaustos e dormimos cedo – ok, o Vitor dormiu bem mais cedo – para recarregarmos as energias.
O trajeto para a Cidade do Rock foi extremamente tranquilo e regado a Vodka + Fanta laranja porque, né, cerveja no evento custava 7 dilmas e eu ainda não sou Engenheira. Era muita gente. Fila enorme. Logo na fila para o ônibus, no terminal da Alvorada, eu encontrei uma pessoa de Vitória, o Beto. Oi? Que VIX é um ovo eu já sabia, mas o Rio também?
Desci do ônibus já perto[?] da Cidade do Rock e me pus a andar. Sério. 100 mil pessoas no lugar e eu ainda consegui encontrar, ainda na fila de entrada, os meninos da Mata Virgem. Qual é a probabilidade?

Dentro da Cidade do Rock é tudo muito bonitinho. Muitos banheiros, todos limpos. Minto. Encontrei um banheiro que não tinha água e estava bem insuportável. Vários Bob’s – com filas enormes. Uma praça de alimentação lo-ta-da. Bebedouros, que nos fizeram economizar uma grana com água. Dois palcos, o Sunset e o Mundo. O piso era de grama sintética em alguns pontos e de bloquete em outros. O local bem fresco – venta bastante, então ninguém sente calor – ou quase ninguém.

O único show que assisti no Palco Sunset foi o do Angra. Não gosto de Angra, mas posso garantir que o som estava muito baixo. O ponto alto do show foram as músicas com participação da Tarja Turunen, ex-vocalista do Nightwish.  A organização errou ao colocar o Sepultura nesse palco. Uma banda com tal qualidade e  respeito deveria ser atração do Palco Mundo. Sem contar que problemas no som fizeram com que o show do Sepultura atrasasse cerca de uma hora – tempo que usei para comprar minhas pizzas na Domino’s e que custaram $12 cada. Isso fez com que a primeira atração do palco principal e o Sepultura tocassem ao mesmo tempo. E… que raios de bandas a organização escolheu para abrir o Palco Mundo, hein?

Estômago devidamente forrado, eu me organizei para assistir ao show do Motörhead. Não sem antes contactar meus amigos que estavam no show. Ir para o meio da muvuca com apenas um amigo sendo eu uma pessoa que mede apenas 1,57m é meio complicado. Pessoas todas agregadas, fomos curtir o show. O som estava baixo, mas a banda é realmente boa e animada, então conseguimos curtir bastante.  Aproveitamos quase metade do show do Slipknot para nos reabastecer de cerveja e descansar um pouco sentados na linda grama sintética.
Não tenho como elogiar mais o público. Ninguém empurrando ninguém, ninguém pisando em ninguém. Cada um no seu quadrado. Não tinha nem mesmo gente chegando em alguém. Ou eu sou muito sem graça mesmo e ninguém me achou interessante. Embora eu tenha avistado uns 10 casais que, definitivamente, deveriam se trancar entre quatro paredes. Ah! E nem isso faltou, digo, nem camisinha faltou. Houve distribuição de camisinhas durante o evento. Afinal, nunca se sabe, né?

Pés devidamente poupados, nos dirigimos para o ponto mais próximo que conseguimos do palco, afinal, o início do show do Metallica estava próximo e isso eu realmente não queria perder. Posso garantir que dinheiro não foi poupado na produção. Tudo muito bem trabalhado e coordenado. O som estava mara – minha calça chegava a tremer a cada nota nova emitida pelo baixo, eu juro. Bom, meus amigos não puderam me colocar no ombro, porque eu atrapalhava o restante dos fãs a ver, mas fiquei de cadeirinha diversas vezes e vi muita coisa do show. A setlist estava sensacional, mas o bis deixou um pouco a desejar. Embora eu deva concordar que encerrar o show com  Seek and Destroy cantado pelo público é algo realmente impagável. A baladinha escolhida para a noite foi One – o que foi aquilo? – minhas palavras, ao ouvir a introdução, foram “Ok, Vitor, posso morrer depois que acabar. Nem ligo”.  O show durou cerca de duas horas e meia. Posso dizer que foi enorme para um show de festival. Meus pés, no fim da noite – ou do dia -, já nem existiam e meu joelho gritava por socorro.

Confesso que só entendi mesmo que estava no Rock in Rio quando entrei no meio da multidão para assistir ao show do Motörhead. Acho que antes ainda estava passeando pelos espaços vazios. Como não cheguei muito cedo, não desfrutei da área onde tocava Jazz e nem do parque de diversões, mas não conheço pessoas que tenham usufruido dessas áreas. A tenda eletrônica estava animadíssima, mas eu não verifiquei de perto, pois o cansaço não permitia. Adoraria ter ido mais um dia, para poder conferir todas essas coisas, mas… Enfim, espero poder ir a um outro festival de tal magnitude em breve. Dessa vez sem Cláudia Leite, né?

I don’t really know why, but today I feel like writing. Like speaking. Like spreading my feelings out. Today I feel germanized. I can’t explain. Es ist sowie ich wieder in Deutschland wäre. Ich bin etwas kälter mit anderen Menschen. Ich bin etwas weiter. Ich fühle mich, sowie ich in Brasilien nicht mehr wäre – besonders wenn ich mit jemandem unterhalte. So komisch ist es. Ich habe irgendwann gesagt, dass ich weg wollte. Vielleicht bin ich schon weg, aber immer noch hier. Ich bin jetzt zwei, aber nur eins. Ich bin die einsam ich, und die besonders fröhlich ich. Ich bin ich und ich bin du. Ich bin ich und die Frau, die ich sein wollte. Ich bin ich und auch das Mädchen, das ich sein wollte. Heute bin ich etwas neues.

Eu realmente gostaria que a vida no Brasil começasse apenas em março. Ou que eu tivesse sempre três férias ao ano, como quando morei na Alemanha. A gente trabalha demais e fica sempre cansado. Já trabalho desde janeiro, nem sei quando as minhas aulas começam e só consigo pensar em férias =/