people

Last week, I was driving home from work and I was thinking of how we tend to label people – dog people, cat people – and how it reflects their personality.

I believe dog people, besides having dogs, are more loyal, more friendly. But no necessarily more outgoing. They do feel a bit more comfort in a crowd, though. I mean, generally speaking.

Cat people on the other hand tend to be a bit more self-centered, sleepy and tender. There are outgoing cat people as well, but usually, we, cat people, are different.

Anyway, we classify ourselves according to the animals we have. But what if we decided to be a little more open to the other hundred of animals in the world? Then I started thinking about my mother. She’s no cat person. She’s not a dog person either.

Although animals love her and love being around her, she doesn’t pay much attention to them. It’s not like she’s not caring or anything like it. It’s just… She’s different.

I believe my mother is more like an elephant person: she has an incredible memory, she puts her family and children first, she’s not like to forget important things easily and the woman has a lot of respect for her ancestors. See? She’s a lot more like an elephant. Also, she prefers eating vegetables – Kidding.

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chove chuva

Pode parecer um cliché chato, mas eu realmente tenho vontade de postar essa música em todas as redes sociais toda vez que começa a chover um bocado aqui em Vitória.

Na verdade, eu acho que uma das poucas memórias boas que tenho do meu pai envolvem essa música: meu pai me colocava no colo e cantava essa música para mim toda vez que chovia bastante. É bom saber que não tenho apenas memórias ruins.

 

Mas eu vou fazer uma prece
pra Deus, nosso senhor
Pra chuva parar
de molhar o meu divino amor

acordando cedo…

Bom, como qualquer pessoa que lê meu blog sabe, minha família adora se meter na minha vida. Não que seja algo relacionado a mim especificamente, as pessoas se metem nas vidas umas das outras mesmo. É como se eu vivesse constantemente num episódio de Brothers & Sisters. Somo como os Walkers. É horrível.

Enfim, nesse meio de coisas em que as pessoas tendem a opinar mesmo não tendo nada a ver com aquilo, eis que minha família adora reclamar dos meus hábitos: durmo tarde e, naturalmente, acordo tarde. Eles insistem em dizer que eu criei esse hábito. Oi? Deve ser por isso que passe a infância ouvindo minha mãe me mandar dormir cedo – houve momentos em que eu tomava remédios para dormir, porque um médico disse que minha baixa estatura se dava por eu dormir muito tarde; tenho olheiras crônicas desde os 8 anos de idade; e tenho meu melhor horário de sono entre 5 e 7 da manhã. Claro, eu criei isso tudo.

É verdade que eu passei a virar noites com alguma frequência durante o ensino médio, mas é realmente meio esquisito começar o dia depois de meio dia e passar a maior parte do tempo acordada quando todos estão dormindo. Bom, não que seja o fim do mundo… No fim das contas, é bom não ter horários que batem com os de algumas pessoas, mas isso é outra questão…

Enfim, depois de mostrar milhões de textos e estudos sobre as pessoas do tipo B, que são pessoas que têm relógios biológicos fora do padrão diurno, portanto, pessoas naturalmente notívagas (que rendem melhor à noite e não têm problemas em viver em horários diferenciados), minha família continua insistindo que eu deveria dormir cedo e ser uma pessoa normal. Eu gosto de avisar que ser normal é deixar cada um viver sua vida como quer, mas… deixa pra lá.

Com essa chatice de festas de fim de ano, eu passei mais tempo com minha família do que qualquer pessoa deveria, e eis que tornaram a cair nesse assunto da porra do meu sono que é diferente do sono dos outros. Expliquei às minhas irmãs, que se eu durmo Às 21h, por exemplo, eu acordo às 2h; se durmo às 22h, acordo às 4h; se durmo às 23h, acordo às 5h. Aaaaaaahh!! Cinco é um ótimo horário para acordar!!! Sério? Eu pergunto: o que raios eu vou fazer às cinco da manhã?

Pois bem, hoje, como de costume, minha Gata me acordou entre 5 e 6h da manhã me pedindo comida – é algo que ocorre todos os dias. Dessa vez, eu decidi levantar em vez de dar comida e voltar semiacordada para a minha cama. Levantei, alimentei minha felina, limpei o banheiro dela. Fiquei me perguntando o que eu poderia fazer, já deitada, é claro. Peguei meu exemplar de  A feast for crows e comecei a ler. Li até ficar entediada. Tomei meu remédio – esse negócio de ter gastrite e só poder comer 30 minutos depois de tomar remédio acaba com meu senso de humor. Resolvi ler mais um pouco, já que não podia comer mesmo. Li até ficar entediada de novo. Fiz meu café da manhã. Comi. Olhei as atualizações do facebook. Percebi que ainda não tinha chegado perto das 9h e… sinceramente? Não fiz absolutamente nada útil, porque não tem nada útil para ser feito de manhã. Confesso que, embora eu esteja sem sono, meus olhos estão pesando de cansaço. E eu não dormi tarde ontem e nem antes de ontem (tarde pra mim, que envolve qualquer horário entre 23h30 e 1h30) e, sinceramente? Perdi meu fabuloso sono de 5h às 7h. Já sei que o resto do dia vai ser no modo não consigo pensar, porque não dormi e, se eu encontrar minha família, vão dizer, mais uma vez, que é por conta dos meus hábitos errados…

Eu vou ler mais um pouco para ver se o tédio vira sono. E antes que qualquer pessoa me diga que é verão e que eu poderia ir à praia, eu só tenho uma consideração a fazer: Seriously?

a história da cueca

Quem já deixou a casa da mãe, sabe muito bem que sempre ficam algumas coisas para trás. É natural, sabemos que podemos voltar ali a qualquer momento para pegar o que precisamos.

Muitas das minhas roupas ficaram por lá. A maioria ficou porque eu não uso mais e algumas ficaram perdidas no cesto de roupa suja. Depois de retornar à casa da minha mãe algumas vezes, eu percebi que uma calcinha estava sumida. Depois de muito refletir sobre o tema, perguntar inúmeras vezes à minha mãe se ela sabia do paradeiro da calcinha, um pensamento me ocorreu e foi aí que tudo começou..

Pai, por acaso, não foi parar nas suas coisas uma calcinha minha? Assim, ela lembra uma cueca e…
Ah! Uma da Lupo?
É!!!
Eu achei que fosse do seu irmão e entreguei pra ele.

*Irmão entra na sala*

Hugo, achei o dono da cueca!
Aé? Quem?
Sua irmã!!

Nota mental: não deixar calcinhas box na casa dos meus pais.

the move out

Bom, como toda pessoa que tem bom senso sabe, existe um momento nas vidas dos animais em que os filhotes deixam de ser filhotes e se despedem de suas mães a fim de viver sozinhos e independentes – animais solitários que são. Ok, nem todos os animais são solitários. Os Golfinhos, as baleias, os lobos… bem, esses vivem juntos. Mas os gatos, em sua maioria, vivem sozinhos. And I’m a cat person.

Infelizmente, depois de alguns conflitos conceituais com a minha querida mãe, chegamos à conclusão de que era melhor que eu me mudasse de casa. Mentira, não foi tão amistoso assim. Na verdade, nós duas sabemos muito bem que discordamos do meu modo de vida e, recentemente, tem sido difícil a convivência diária. Principalmente depois da chegada da Gata, também conhecida como Ferdinando.

Na semana passada, eu me mudei para o meu novo lar. Um apartamento humilde, aqui em Vitória mesmo, ainda afastado da noitada – grazadeus – e o qual divido com 2 amiguinhos. Na verdade, eles já moravam aqui e eu e minha gata – felina mesmo, calma – decidimos ocupar um espacinho na casa.

Graças ao Bart, eu consegui trazer quase todas as minhas coisas numa só viagem, pasmem, dentro do meu lindo João, o C3. A vantagem de ter vários amigos homens e de morar com dois deles é que eles se oferecem para fazer sua mudança (recebi algumas propostas de ajuda) e ainda carregam as suas coisas quatro andares acima num prédio em que não tem elevador. São ou não são uns amores?

Ao chegar, tive uma linda recepção dos meus roommates e uma visita do ilustríssimo Poodle, que trouxe panos de prato e, é claro, cerveja. Bom, tirando alguns pequenos imprevistos (esquecer as calcinhas na casa dos meus pais, a falta de vontade de criar um plano para organizar as roupas  num guarda-roupa diferente do antigo e ter que me livrar de algumas coisas da moradora antiga…), posso dizer que a mudança foi um sucesso. A minha amada Gata não teve o ímpeto de arranhar nada que não fosse o seu arranhador antigo e parece ter se adaptado a sua nova moradia.

A maior felicidade é ter uma cama de casal preta e lymdah e roupas de cama novas. Quem não gosta de roupas de cama novinhas? Não conheço ninguém. A próxima – e urgente – aquisição será uma escrivaninha (espero que também preta e linda ^^).

No mais, espero conquistar coisas úteis no meu Chá de Casa Nova e, mais ainda, espero que meus amigos aprendam a hora certa de trocar a toalha do banheiro e que panos de chão grafite deveriam estar no lixo há muito tempo.

conversa

conversa |é|

s. f.
1. Troca de palavras ou de frases entre dois ou mais interlocutores. = CONVERSAÇÃO
°°
Bom, quando eu tenho algo novo para contar a alguém, eu me aproximo da pessoa e inicio uma conversa na qual eu exponho meu ponto de vista em relação ao tema abordado. Em contrapartida, eu espero que a pessoa exprima o ponto de vista dela, a fim de que eu possa fazer proveito da experiência de outras pessoas nas tomadas de decisão da minha vida.
Recentemente, precisei abordar um tema delicado com uma pessoa querida, que sequer parou de fazer o que fazia para prestar atenção ao que eu dizia e agora vem, de quando em quando, reclamar da decisão que tomei. E quando disse que havíamos conversado sobre o assunto, me disse que eu apenas expus minha opinião e ela a dela. Ora, mas se uma conversa não é isso, o que é então?