truth

There’s none, for it’s known that they’re three: mine, yours and the truth.
People are mostly offended by the truth, which is nothing more than a fact.
And it’s a fact that people don’t listen – they just don’t. Not because they’re deaf, for they’re not, but because they don’t pay attention.

Attention! Attention!
May I have all your eyes and ears to the front of the room,
if only, if only for one second.
Will you hear what I have to say?

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constatações

É engraçado o lugar que a mente alcança quando…

…depois do segundo banho, você nota ainda estar com o cheiro da outra pessoa.

…três dias depois da festa, você encontra um hematoma no braço.

… no dia seguinte à festa, você entende que, sim, você havia bebido demais – ou sua cabeça não doeria tanto.

…você sente um cheiro e automaticamente se lembra de alguém.

…é impossível conter um sorriso.

…você nota que alguém te observa, mas não tem coragem de se aproximar – e você também fica imóvel.

Se você perguntou…

…é porque você quer saber. Bom, pelo menos é o que eu acho. Porque, convenhamos, perguntar a opinião de alguém sem querer saber de fato a opinião dessa pessoa é tão estúpido quanto dar opinião sem que esta seja pedida. E digo mais, se eu não te perguntei, é porque a sua opinião não me interessa.

Em suma, pensa bem antes de perguntar e mais ainda antes de falar o que não te é perguntado. Fui clara? Beijos

sobre meninos e… homens

Sim, eu sou infantil. Sim, já me disseram isso antes. Se tenho vergonha disso? Às vezes sim, às vezes não.

Eu acho que as pessoas deveriam entender quando você pode ser infantil e quando isso é proibido. Existem situações na vida em que esperamos atitudes de homem – e isso vale para as mulheres também. Eu explico – ou tento.

Quando você está se divertindo com seus amigos, você pode – e deve – ser bobo. Coloque a criança que existe em você para fora e ria do seu amigo que coloca a batata frita no nariz, ou da sua amiga que sopra a camisinha do canudo na sua cara e, ainda, se quiser, pode dar tapas nas testas dos seus amigos assim que eles arrotarem e não puserem a mão na testa. Muito normal. Isso independe da idade, sinceramente. A diferença é que depois dos 16, quando jogamos Imagem & Ação, já estamos devidamente alcoolizados.

No entanto, quando a sua namorada te liga num domingo às 23h avisando que bateram no carro dela, você para imediatamente tudo o que está fazendo e vai ao encontro dela – isso é uma atitude de homem. Ou quando você percebe que vai perder o controle, você deve parar e ir embora. Afinal, eu nunca me descontrolei sem saber antes que estava prestes a fazê-lo. Isso também é atitude de homem.

Existem várias atitudes de moleque – ou de menino, como prometer e não cumprir. Ignorar em vez de simplesmente falar. Fingir não dar importância, quando, na verdade, o buraco é bem mais embaixo e isso importa sim. É atitude de menino não ouvir com atenção o que as pessoas têm a dizer. É infantil jogar simplesmente pelo ato de jogar – e não porque você pretende algo com isso. É estúpido e imbecil magoar pessoas pela força do hábito. E se você não tem 60 anos, por favor, não aja como tal – a menos que isso signifique ser homem em alguma das situações supracitadas.

Há algum tempo eu aceitei que a diferença entre os rapazes de 13 e de 27 anos é que os de 27 já possuem, via de regra, capacidade para viver uma vida independente dos pais, avós e/ou qualquer outra pessoa que os sustente. Isso quase nunca me incomoda, exceto quando o ato infantil me afeta de forma direta.

Esse post é dedicado especialmente para o cidadão que não me escutou ontem e para o cidadão que está me ignorando há alguns dias. Sejam homens, conversem comigo e me expliquem o que se passa. É deselegante deixar alguém sem resposta/amparo.

well…

Looking at her reflection in the mirror she realizes how beautiful she is. She’s been like that her entire life and that’s the first time she spends some time admiring it. “I’m so silly”, she thinks, how can she look at herself and feel so desirable? She then thinks of her former lovers and remembers how often they said she was pretty. “They had to”, otherwise they wouldn’t be her lovers. She smiles at the belief she couldn’t be without any of them. She looks at the reflection again. “I wouldn’t exist without you”. I’ll never know if she’s talking to herself or to the person who lives inside her that I never had the chance to know.

Me, myself and I

As pessoas me perguntam se existe uma explicação para eu não largá-lo de mão. Como se eu o tivesse costurado ao meu braço (ou pelo menos uma sombra dele) e fizesse questão de não cortar os pontos. Talvez seja parcialmente verdade, talvez não. Eu posso até me prender a ele, mas ele também faz o mesmo. Parece que olha para a tesoura e me pede para deixá-la guardada, só mais um pouquinho.

As pessoas se esquecem de que ele não é meu único problema. Aliás, posso dizer que é o menor dos problemas. O problema sou eu, está em mim e mora ao meu lado – dorme comigo inclusive. Conversa comigo nos sonhos, nos almoços, nas jantas – até mesmo durante as aulas. O grande problema me persegue desde a concepção e certamente o fará até minha morte.

A verdade é que é muito mais fácil dizer que o problema é ele. Ninguém gosta de admitir que o problema está em si ou que causa o problema em outro alguém. Beijos